sexta-feira, 11 de março de 2011

Entulho e lodo ainda estão presentes em área do Parque

Em denuncia de 11/12/10, apontamos a deposição de lodo retirado do próprio Riacho e entulho proveniente da remoção das famílias da Comunidade Maria Lúcia na área que está sendo concebido o Parque Linear, trecho do Esmeralda.
Registramos na presente data que ainda há a permanência de parte grande do entulho. Isto tem deixado o visual feio, tem atraído os caçambeiros e toda esta situação tem provocado o assoreamento do leito, ou seja, tem muita areia e pedra se depositando no fundo do riacho, fazendo ele ficar mais raso e aumentando o risco de enchente na região. Este procedimento também contraria a lei, pois para se fazer aterros, ainda mais onde será um parque, somente poderia ser feito com terra limpa!
Queremos uma explicação rápida da empreiteira Rual e da contratante, a SIURB (Secretaria de Infraestrutura e Obras). Além de pedir a presença dos órgãos fiscalizadores!
Abaixo segue uma sequência de imagens do trecho Esmeralda  demonstrando a situação. As imagens são de 11/03/11

quinta-feira, 10 de março de 2011

Relato Reunião Comissão Técnica - Sub BT, 03/03/11


Data: 03/03/11
Local: Subprefeitura Butantã (SP-BT)
Presentes: Pedro Pérez e René (DGD-CO1), Sun Alex (SVMA), Andrea (Sabesp), Mozart (SP-BT), Heloise e Cesar (Comissão de Moradores)
Ausências: Habi Sul – justificou ausência devido a atividades no Sapé e Siurb (Secretaria de Infraestrutura e Obras) não justificou


sábado, 11 de dezembro de 2010

Denuncia de aterramento de área do Parque

Temos constatado nas últimas semanas um processo crescente de deposição de sedimento às margens do córrego Água Podre pela empreiteira contratada pela Siurb (Secretaria de Infraestrutura e Obras) para o processo de canalização (Rual).
Tal aterramento está sendo realizado em APP (Área de Preservação Permanente) com entulho retirado da demolição das residências da Comunidade Maria Lúcia e do lodo retirado do leito do próprio córrego.
Não entendendo o fato e julgando isto ser um ato de agressão à proteção da área e para a instalação de um parque no local, procuramos por telefone engenheiro da Siurb que justificou ser parte do processo e tal sedimento será retirado após as operações de canalização do Córrego pela própria Rual. Como não somos técnicos, buscamos informação. Contudo ainda não estamos convencidos, satisfeitos ou tranquilos.
Gostaria que houvesse uma explicação técnica da necessidade destes aterramentos, ainda mais com tal tipo de material. Se são necessários por que não fazê-lo com material limpo? Ou seja, terra com qualidade? Caso isto que está acontecendo esteja em desacordo, qual será o proceder?
Ficamos imaginando as árvores plantadas ali como farão para cresce. Além disto esta será uma área de uso intenso pela comunidade e este solo contaminado não nos significa segurança!
Abaixo segue parte de uma coleção de fotos, mostrando o processo crescente de deposição e compactação, os pontos de retirada deste material e a transformação violenta do espaço!!