terça-feira, 15 de março de 2016

O Sapé atingiu sua despoluição, por que o Água Podre não?

Estudo comparativo entre a qualidade dos riacho do Sapé e do Água Podre, mostra que quando as obras de coleta e tratamento de esgoto passam, o rio revive.
No Sapé, há quase 2 anos as obras da rede de esgoto terminaram e ele voltou a ficar cristalino e sem cheiro. No Água Podre, as obras do programa Córrego Limpo (SABESP) foram interrompidas perto do final, e a situação degradada continua!
Precisamos mudar esta realidade na Cidade. Rios poluídos custam, além da saúda da população, a privação do convívio, a manutenção da cultura e a qualidade de vida!
Queremos a continuidade da despoluição do Água Podre, assim, este nome não combinará mais com o nosso riacho!


 
Matéria veiculada em 09/03/2016
 
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2016/03/cai-qualidade-da-agua-nos-corregos-de-sao-paulo-aponta-estudo.html

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Depois de um longo silêncio.....

A Comissão de Moradores, junto à Subprefeitura Butantã, articulou uma reunião de retomada das conversas entre os diversos órgãos envolvidos na concepção do Parque Linear.
Tal encontro serviu para recapitular as ações e entender qual o status delas.
Estiveram presentes representantes de todos os órgãos e as notícias inspiram nossa atenção e mobilização!


Momentos da reunião na SP-BT

Vejam abaixo o relato desta reunião!

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Assembleia entre Comunidade e Sehab

Na última quinta-feira, 11/12/14, a Comunidade Maria Lúcia, a Comissão de Acompanhamento do Programa Habitacional, moradores da região e técnicos de HABI (Sehab), reuniram-se na EMEF Ibrahim Nobre para atualizar os andamentos ligados ao Programa Habitacional dentro do processo do Parque Linear.

Algumas questões foram interessantes, como o saber que todos os terrenos necessário à construção dos conjuntos e que estavam em processo de desapropriação, já estão certos. Todos desapropriados e com imissão na posse, ou seja, são públicos.

Está certo que metade dos conjuntos será feito pelo programa federal Minha Casa Minha Vida (MCMV) e a outra metade será feita com orçamento da Prefeitura. Tal divisão se deve pelo fato de que com a mudança de Gestão na Prefeitura, todos os programas habitacionais serão tocados com recurso Federal, mas o MCMV não contemplaria as famílias cuja renda familiar ultrapasse a faixa 1, ou seja, R$ 1.600,00. Cerca de 65% das famílias com direito a habitação ultrapassam tal valor. Dada esta questão, nos mobilizamos para exigir que todas as famílias da Comunidade Maria Lucia fossem atendidas na mesma área. O possibilidade veio com esta divisão do projeto, já que para o programa habitacional da Prefeitura, a renda familiar não é fator relevante.

Abaixo um mapa apontando onde serão construídos os prédios, com qual recurso e o número de apartamentos.
A fim de melhora a comunicação, a Comissão de Acompanhamento foi ampliada com mais pessoas, principalmente por representantes que ainda estão morando na Comunidade.

A próxima reunião desta Comissão com os técnicos da Prefeitura será em 10/02/15 na EMEF Ibrahim Nobre




quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Expedição leva alunos do CEU Butantã a reconhecerem sua região

Uma iniciativa da ONG Águas Claras do Rio Pinheiros leva alunos da região a identificarem o território e a relação com os rios urbanos.

Esta é a proposta do projeto Expedições Águas Claras que está ocorrendo na Bacia do Riacho Jaguaré. Levar os alunos a identificarem conceitos hídricos no entorno da sua escola e promover uma "viagem" pelo riacho Jaguaré, visitando uma de suas nascentes, passando pela sua foz e chegando ao projeto Pomar Urbano, no Rio Pinheiros.

Dentre as escolas municipais participantes está o CEU Butantã, levando os alunos dos 7°s, 8°s e 9° para esta atividade. Estes alunos, apesar de viverem na região, percorrem trechos da bacia do riacho Água Podre a fim de verificarem suas relações com o local.

Conceitos como bacia hidrográfica, ciclo da água, importância do sanemento, urbanização, cidadania e saúde são o fio condutor de conversas, jogos e caminhadas. Explicitar aquilo que passa desapercebido, questionar cenários do cotidiano e, acima de tudo, estimular a reflexão sobre a relação de todos os elementos identificados.

Uma possibilidade para nossos jovens entenderem mais profundamente o nosso papel de Cidadãos, a importâncis de nossos rios e se engajarem com a transformação positiva de nossa Cidade!

Acompanhe e participe! www.aguasclarasdoriopinheiros.org.br